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segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Os 7 pecados capitais nos relacionamentos


Para a orientadora emocional Camilla Couto, existem 7 atitudes extremamente tóxicas para os relacionamentos, que podemos chamar de os 7 pecados capitais das relações.


 “Quando nos relacionamos, existem certas atitudes que são extremamente tóxicas”, lembra Camilla Couto, orientadora emocional para mulheres com foco em relacionamentos. Ela explica: “muitas vezes, desejamos ter uma relação saudável, mas inconscientemente agimos de forma oposta. Conhecer como os 7 pecados capitais agem nos relacionamentos pode ajudar a ficar mais desperta e agir de forma mais autônoma e coerente com aquilo que você quer”. Veja quais são essas 7 atitudes que, segundo Camilla, precisam ser banidas para que suas relações sejam mais equilibradas e saudáveis:

PREGUIÇA
“Muitas vezes, temos preguiça de ouvir o outro, de prestar atenção no que ele deseja, de enxergar as necessidades reais dele. Relacionar-se, envolve amor e atenção, portanto, além de corações, pede ouvidos e olhos sempre bem abertos. Negligenciar o universo de quem nos relacionamos diariamente pode matar, pouco a pouco, a sinergia do casal. Da mesma forma, ter preguiça de propor coisas novas, de renovar o dia a dia, de buscar atividades diferentes e de quebrar a rotina pode ser mortal”.

GULA
“A gula é a arte de não deixar nada para o outro, querer tudo para si. Esse tipo de artista se acha o centro do universo e do relacionamento, só enxerga o seu lado, só prioriza suas próprias necessidades. Esquece que relacionamento é feito por dois e que o receber é consequência do dar. Outra forma de ser guloso no relacionamento é não querer dividir o parceiro com ninguém – nem com a família, nem com os amigos e nem com o trabalho. Essa situação sufoca o outro, saturando o dia a dia e quebrando a harmonia da relação”.

IRA
“Quem não sabe perdoar as mancadas do parceiro, não tem paciência com o tempo do outro e se irrita facilmente com o comportamento alheio, certamente está longe do amor. Quem ama se mostra aberto para o outro, compreende e acolhe as imperfeições, sente alegria na troca – e não se coloca sempre pronto a atacar. Quem age dessa forma precisa rever seus sentimentos. A Ira também se mostra nas pequenas vinganças, em quem encontra na atitude do parceiro uma justificativa para devolver na mesma moeda”.

LUXURIA
“Sexo é uma parte importante e saudável de um relacionamento amoroso, mas certamente não é tudo. Quem fica com alguém somente pelo sexo ou usa o sexo para ter poder sobre o outro peca. Peca por negligenciar uma parte da relação tão importante quanto o sexo: a conexão emocional. Da mesma forma, peca quem busca sexo fora do relacionamento, caso a fidelidade seja o código de conduta acordado pelos dois”.

SOBERBA
“Achar-se a dona (ou o dono) da verdade ou superior não ajuda ninguém nos relacionamentos. Pelo contrário, afasta as pessoas, que não conseguem encontrar lugar para suas próprias ideias e opiniões. Numa relação, quando uma das partes acredita que está sempre com a razão e que tudo tem que ser do jeito dela, a consequência pode ser bem desastrosa. Diminuir ou culpar o outro para ficar bem na fita também é um pecado dos grandes. Relacionamento é parceria entre dois iguais. Se um se acha melhor, tem algo errado”.

INVEJA
“É redundante dizer o quanto a inveja pode ser nociva em uma relação, já que vai totalmente contra o conceito de companheirismo. Amar é comemorar a vitória do outro e apoiá-lo nos momentos de derrota. Não é sobre quem se sai melhor, não é competição e, muito menos, sobre cobiçar aquilo que o parceiro conquistou de bom. Quando invejamos o sucesso ou a felicidade do outro, iniciamos um processo autodestrutivo que pode acabar rapidamente com o relacionamento”.

AVAREZA
“Ser avarento é ser mesquinho, é negar se doar. Quem é assim, escolhe guardar tudo para si ou dentro de si e, então, nega carinho, amor, elogios, tempo livre. Esse tipo de pessoa, fica muito atenta ao que recebe, mas não conseguir dar. E aí, vale relembrar: relacionamento é troca, parceria, equilíbrio – o que se torna extremamente difícil quando um segura os sentimentos e se nega a doar amor”.

E aí, se identificou com algum dos sete pecados capitais nos relacionamentos? Não se culpe! A boa notícia é que relacionamento saudável é sempre questão de autoconhecimento. Segundo Camilla, quando nos permitimos, sem julgamentos autodestrutivos, questionar nossos padrões de comportamento, tornamo-nos capazes de buscar atitudes mais equilibradas e condizentes com o verdadeiro amor – que tem em vista a felicidade e as necessidades de ambas as partes.


sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Batom com extratos naturais e filtro solar protege os lábios


Vita Lábium contém alta fixação da cor e vitamina E


A pele dos lábios, além de ser mais fina, está sempre exposta, o que facilita a desidratação e alguns traumas. Para combater esses problemas, vale abusar de produtos com ativos hidratantes em sua composição. Preocupada com o bem estar, a Bio Genetyc investe em itens de alta tecnologia, como o batom Vita Lábium, que proporciona alta fixação da cor, contém filtro solar resistente à água e vitamina E.
O batom é formulado por polímeros que criam um filme impermeável minutos após a aplicação. Além disso, seca nos lábios aumentando a durabilidade da cor e do protetor solar, fundamental para proteger e retardar o envelhecimento das células constantemente atacadas pelos raios UVA e UVB.  Por ser em gel, ele evita a perda de água, o que ajuda a manter os lábios saudáveis e livres de rachaduras.

Preço sugerido: R$ 32,00 (cada)

Os produtos Bio Genetyc podem ser encontrados pela loja virtual http://www.loja.biogenetycs.com.br e em algumas unidades das redes Farmais e Drogaria São Paulo. Mais informações pelo SAC (11) 3992-2215 ou pelo site www.biogenetyc.com.br.

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Por que estamos vivendo relacionamentos descartáveis?


Sabe aquelas fotos de casais felizes, que vemos diariamente nas redes sociais, sempre muito lindas e cheias de filtros? Então, nem a vida e nem os relacionamentos reais são assim. Não sempre, ao menos. E quem acha que vai encontrar um mar de rosas, desiste assim que percebe que relacionamento é, na verdade, uma construção.


Estamos vivendo relacionamentos descartáveis. Essa é uma constatação triste, não é mesmo? Muitas pessoas desistem diante das primeiras dificuldades, quando descobrem que se relacionar não é, nem de longe, um mar de rosas. Segundo Camilla Couto, orientadora emocional para mulheres, com foco em relacionamentos, pelo contrário: “Se relacionar é uma construção diária que requer parceria, uma boa dose de paciência e de abertura para compartilhar, ceder, acolher, debater e aprender”, explica.

Parece muito difícil para você? Então, é um bom momento para se perguntar: o que você espera de uma relação a dois? Se a resposta for aquela realidade das redes sociais, em que tudo é lindo e cheio de filtros, comece a se preocupar, porque tem coisa errada aí. Talvez, para você, mais importante do que viver um relacionamento real, é se gabar com um relacionamento de fachada.

Para Camilla, em primeiro lugar, relacionamentos e amores não vêm prontos, são construídos diariamente e não da noite para o dia. Segundo, não se conhece alguém, de fato, em uma ou duas saídas. Terceiro, não existem pessoas perfeitas. E, por fim, os relacionamentos, assim como a vida, são constantemente inconstantes. “Amores e parceiros não caem do céu, não têm a ver com o acaso e, sim, com paciência e dedicação. Desejar uma relação tem quer ser sinônimo de estar disposta a mostrar as próprias fragilidades e incertezas, e de estar preparada para aceitar e acolher as do outro. Ninguém é a Mulher Maravilha ou o Super Homem o tempo todo”, lembra a orientadora.

Você já ouviu falar que o amor tem que ser regado? Essa analogia da natureza é realmente perfeita quando se fala de relacionamentos. Camilla lembra: “amar é plantar uma semente – se o solo for fértil, a relação germina. Então, todos os cuidados são necessários: adubo, água, carinho, diálogo, trocar de lugar quando preciso ou colocar em um vaso maior quando começa a crescer e dar frutos. Podar quando for o momento certo. E tudo isso tem que ser feito com afeto, entrega, desejo, confiança e verdade. Do contrário, o amor seca e morre”.

Mas e se a gente fizer tudo isso direitinho, será que dá certo? “Não temos como saber se não tentarmos”, explica Camila, que enfatiza: “não existe fórmula para que um relacionamento dure no tempo. Mas que é importante deixar pequenos detalhes de lado de vez em quando e saber conviver com as diferenças, ah, isso é. Por outro lado, voltando à analogia, também é preciso verificar se o tipo de solo e o clima locais são adequados ao tipo de planta que estamos cultivando. Forçar algo que não floresce naturalmente pode ser frustrante.  Mas isso, só o tempo e a experiência dirão”.

É preciso, antes de tudo, querer amar. Desejar tanto que o relacionamento viva, que, em alguns momentos, temos que abrir mão de outras coisas por ele. Sem perder a individualidade, claro. Aliás, para que um relacionamento dê bons frutos, manter a individualidade é essencial. E isso não quer dizer que devemos ser egoístas, apenas entender que o “nós” é formado por dois “eus” que têm opiniões, desejos e vontades próprias.

E por que as relações estão descartáveis?
“Porque queremos tudo pronto e tudo para ontem. Queremos que a pessoa certa e a relação ideal caiam do céu e, como se não bastasse, não nos deem trabalho. Pelo contrário, queremos que o relacionamento e o parceiro atendam aos nossos desejos e que nos façam sentir sempre bem. Como se a vida fosse uma propaganda de margarina, e tudo fosse sempre fácil e maravilhoso. Esses chavões podem ficar bem na poesia, no cinema e nas letras de músicas, mas a vida real é fogo, é ajuste, é desavença. Discordar faz parte de crescer juntos”, reflete Camilla Couto.

Para a especialista, no entanto, muitas vezes, comportamo-nos como crianças mimadas que não podem ouvir um “não” ou passar por um perrengue, que já pulam fora. “Isso não é para mim”! “Claro que é para você. É para todo mundo. Se há amor, respeito, carinho e desejo, vale a pena. Mesmo não sendo perfeito, mesmo tendo que lapidar, mesmo trazendo sofrimento de vez em quando. A vida não é só feita de alegrias, certo?”.
Relações descartáveis são fruto de um tempo em que estamos, na verdade, morrendo de medo de: 1) mostrar que não somos perfeitos e 2) encarar as imperfeições do outro. Ninguém é perfeito. E, por isso, as relações humanas também não o são. “O fato é que desejar ter alguém é bem diferente de desejar construir um relacionamento”, complementa Camilla. Segundo ela, é preciso, primeiro, entender exatamente o que queremos e o quanto estamos dispostos a oferecer.



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