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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Inovação e tecnologia: Skingen Inteligência Genética revoluciona o tratamento do envelhecimento da pele


·         Inovação leva a biologia molecular e a genética para os tratamentos dermatológicos
·         Produto personalizado que combina ativos recomendados a partir de análise científica da expressão gênica de cada indivíduo

 ·         Exclusiva triplananotecnologia que potencializa a entrega dos ativos nas diferentes camadas da pele, com alto nível de permeação cutânea

 
O mapeamento do genoma humano abriu novas possibilidades de pesquisas e tratamentos em diferentes áreas da Medicina, com destaque recente para a Biologia Molecular aplicada à Dermatologia.Nesse cenário, foi criada a Skingen Inteligência Genética, com sede em Curitiba (PR).Uma solução inédita no mercado mundial e revolucionária para o combate e prevenção do envelhecimento da pele, desenvolvida após anos de investimentos em pesquisa biomolecular de última geração.Para o desenvolvimento do tratamento personalizado foi aplicado avançado conhecimento científico, obtido por meio de estudos dos genes e dos processos biológicos que ocorrem e se modificam à medida que o ser humano envelhece.

 “Nossa inovação está em oferecer um teste de diagnóstico genético, baseado no RNA, que permite ao dermatologista, junto com sua avaliação clínica, prescrever um tratamento individualizado em uma composição manipulada com alta tecnologia patenteada, a exclusiva triplananotecnologia. Além disto, o teste genético permite acompanhar a resposta do paciente e fazer os ajustes na composição e concentração dos ativos para obter a melhor resposta possível ao tratamento”, afirma o diretor executivo da Skingen Inteligência Genética, Israel Feferman.

 A nova empresa opera por meio de duas divisões – Skingen Lab e Skingen Pharma. A primeira analisa detalhadamente o RNA do paciente e emite um laudo para o dermatologista. Esse documento serve como uma “fotografia genética” da pele da pessoa e complementa a análise clínica do médico. Por sua vez, o paciente solicita a manipulação do produto à divisão Skingen Pharma, que utiliza a triplananotecnologia e componentes biomiméticos (que imitam as características da pele) na formulação. A técnica, que tem patente, garante que os princípios ativos consigam agir de forma mais eficiente nas camadas ideais da pele.

 O estudo da expressão gênica é um exame que não existe similar no Brasil ou no mundo, só é oferecido pela Skingen. O processo de manipulação do creme de tratamento é único, pois a triplananotecnologia é patenteada pela empresa.

 “O médico identifica por metodologia científica exclusiva, quais os processos biológicos associados ao envelhecimento cutâneo que precisam ser estimulados em seu paciente e prescreve a receita de ativos para serem manipulados especificamente para ele”, resume Ferferman.

 Além da capital paranaense, Skingen atua em São Paulo (capital e algumas cidades do interior), na cidade do Rio de Janeiro (RJ), Florianópolis (SC), Vitória (ES), Goiânia (GO) e Brasília (DF). Haverá expansão para outras regiões do país. A previsão é que até o final de 2013, 700 médicos dermatologistas utilizem Skingen para o tratamento de seus pacientes.

 
11 processos do envelhecimento

 Para chegar a este tratamento que passa a ser oferecido nos consultórios dermatológicos no Brasil, a Skingen deu um salto adiante nos estudos genéticos e chegou ao RNA, molécula que “carrega” as informações do DNA e direciona a produção das proteínas responsáveis pelo funcionamento de cada parte do corpo.

 A pesquisa foi conduzida no LABIM – Laboratório de Biologia Molecular, que está instalado dentro da Universidade Positivo, em Curitiba (PR), que tem como meta se tornar referência mundial em pesquisa científica aplicada à Dermogenética. Entre os vários cientistas que participam do projeto está o médico geneticista Prof. Dr. Salmo Raskin, doutor em Genética e integrante da equipe de cientistas do Projeto Genoma Humano da HUGO (Human Genome Organization).

 Os estudos, conduzidos nos últimos quatro anos, envolveram cerca de 300 voluntários de  faixas etárias de 19 a 81 anos, além de amostras de pele humana provenientes de cirurgias plásticas e conservadas em laboratório. “A compreensão dos mecanismos biológicos e das alterações gênicas envolvidas no processo de envelhecimento permite avanços no tratamento e na prevenção”, destaca Feferman.

 Os pesquisadores começaram estudando cerca de 20 mil genes extraídos de micro amostras da pele facial dos voluntários. Inicialmente, foi utilizada a técnica de microarranjo, que permite avaliar, através de 44.000 sondas, o RNA de vários genes ao mesmo tempo, com equipamentos de última geração. A expressão gênica nas diferentes faixas etárias levou os pesquisadores a entender como os genes agem durante as fases do envelhecimento cutâneo.

 Durante toda a vida e em qualquer parte do corpo de uma pessoa, o DNA é o mesmo. O que muda é a atividade dos genes, também chamada expressão gênica, e que resulta no RNA. “Então, já que não podemos modificar o DNA, fomos até o RNA das células faciais para descobrir como tentar controlar o nível de atividade das células com o passar dos anos. Assim, atuamos diretamente na forma como os processos do envelhecimento cutâneo estão ocorrendo em cada indivíduo”, completa Feferman.

 Após três etapas de análise, do universo de 20 mil genes, os pesquisadores conseguiram identificar os genes mais relevantes que atuam nos 11 principais mecanismos de envelhecimento da pele do rosto. Entre esses processos, estão a adesão celular (que, enfraquecida, ocasiona o aparecimento de rugas finas), o controle da produção de melanina (que determina o aparecimento de manchas) e a barreira cutânea ligada à hidratação funcional (que, reduzida, provoca o aspecto ressecado e a formação de rugas) (ver Tabela 1), entre outras.

 
Micro amostra para estudo da expressão gênica

 Para reforçar o estudo, os pesquisadores comprovaram suas conclusões com a utilização de outra técnica de estudo genético – a PCR, que permite a avaliação do comportamento de genes específicos, um a um. Além disso, diferentes metodologias de coleta de amostras de pele foram testadas para chegar à ideal. “A que se mostrou mais eficiente foi o punch, extração de uma micro amostra feita com uma ponta metálica de 2 milímetros de diâmetro, da pele que fica entre a mandíbula e o ouvido. Com ela, conseguimos avaliar as três camadas da pele onde ocorrem os processos de envelhecimento – estrato-córneo, epiderme e derme. Hoje, o dermatologista recebe um kit para realizar essa coleta da amostra em seu consultório e enviar para o Skingen Lab”, complementa o executivo.

 Com a micro amostra de pele retirada do paciente pelo médico dermatologista, a equipe da Skingen Lab observa o comportamento dos genes relevantes nos processos de envelhecimento por meio do RNA e transcreve os resultados em laudo formado por gráficos que indicam o nível de atividade dos genes em cada um dos processos. O documento fica à disposição do médico e do paciente por meio do site www.skingen.com.br, em área acessível por login e senha.

 Com base nesses gráficos, somados à análise clínica do paciente, o dermatologista prescreve uma formulação de ativos para regular as atividades dos genes. “É importante lembrar que o modo de vida de cada pessoa influencia na atividade genética. Hábitos como exposição solar, tabagismo, consumo de álcool, alimentação, estresse e sedentarismo são alguns exemplos relacionados a fatores que interferem no envelhecimento da pele. Por isso, o laudo da Skingen Lab apresenta a fotografia genética da pele do paciente, mas só o médico pode unir essas informações à avaliação clínica e fazer o diagnóstico e a prescrição do tratamento”, informa Feferman.

 Triplananotecnologia: tratamento personalizado

 Outra inovação está na personalização do tratamento e na tecnologia aplicada pela divisão Skingen Pharma na formulação para incorporar e veicular os ativos na pele. Como o laudo e os hábitos de cada pessoa são distintos, o diagnóstico e a fórmula para cada paciente serão individuais. Com a prescrição, o paciente pode optar por encomendar o produto à divisão Skingen Pharma, que utiliza a triplananotecnologia para manipular a fórmula de modo que, além de conter os ativos necessários, faça a entrega dessas substâncias exatamente na camada da pele em que cada um dos 11 processos de envelhecimento ocorre (ver Figura 1). O pedido é feito também pelo site www.skingen.com.br e o paciente recebe o produto em casa.

 “Com a aplicação da triplananotecnologia, Skingen apresenta uma alternativa de produto individualizado para os pacientes, com o objetivo de reverter e prevenir os sinais do envelhecimento de acordo com a necessidade de cada um”, esclarece Feferman.

 O creme da Skingen Pharma é biomimético, ou seja, possui componentes similares à estrutura natural da pele, o que garante maior afinidade com o tecido humano. Nele, estão contidos 26 ativos capazes de modular a atividade dos genes mais relevantes envolvidos nos processos de envelhecimento, em três nanoemulsões independentes e que, mesmo unidas, mantêm-se estáveis, conforme benefícios:

 - Nanoemulsão Hidratante: carrega os ativos dirigidos principalmente para o estrato córneo, a camada mais superficial da pele. Nela agem, por exemplo, os ativos que estimulam os genes a produzir proteínas para a hidratação cutânea e metabolismo de lipídeos. Está relacionada aos processos de metabolismo de lipídeos, barreira cutânea ligada à hidratação funcional e proliferação celular. Exemplos de ativos: glicerol, acetato de tocoferol, pantenol e ceramida, entre outros.

 - Nanoemulsão Hidrofílica: conduz os ativos solúveis em água, que agem especialmente na epiderme e em parte da derme para combater a oxidação. Está relacionada aos processos de vascularização, composição da matriz celular, diferenciação celular, adesão celular e proliferação celular. Exemplos de ativos: vitamina C, cafeína anidra, fator VII, hialuronato de sódio, complexo antienvelhecimento (extrato de helianthus annus e lupinus albus, extrato de levedura e hidrolisado de proteína de soja), entre outros.

 - Nanoemulsão Lipofílica: potencializa a entrega controlada de ativos lipofílicos nas camadas mais profundas da pele (epiderme e derme). Essa nanoemulsão interfere diretamente nos processos de produção da melanina, resposta inflamatória, sinalização celular e estresse oxidativo. Exemplos de ativos: extrato de tangerina japonesa, extrato de semente de girassol helianthus annus, extrato de semente de vitis vinifera, ascorbil fosfato de sódio, entre outros.

 Ainda pode buscar na lista de ativos relacionados aos processos de envelhecimento outros ativos para complementar a prescrição de acordo com sua análise clínica sobre o paciente.

Recomendamos não repetir o teste genético em intervalos menores que 3 meses.

 Palavra do especialista

 O médico geneticista Salmo Raskin, doutor em Genética e integrante da equipe de cientistas do Projeto Genoma Humano da HUGO (Human Genome Organization), considera Skingen Inteligência Genética um avanço. “Não é comum termos esse tipo de investimento da indústria privada em pesquisa sobre genética humana no Brasil, já que exigem equipamentos de ponta e vários anos de estudos sem retorno financeiro”, afirma.

 De acordo com Raskin, a maior inovação da Skingen está na personalização e no sistema baseado no RNA. “O grau de dificuldade para analisar o RNA é muito maior, já que ele é instável e sofre interferência do tempo e do ambiente. Além disso, o estudo sobre o RNA e a medicina personalizada são grandes tendências das pesquisas genéticas, uma vez que muitas questões continuaram sem resposta, mesmo com o sequenciamento do DNA”, explica o médico, que prestou consultoria à equipe da Skingen desde o início das pesquisas.

  Tabela 1 - Processos de envelhecimento da pele

 

 
Figura 1 – Processos de envelhecimento e onde ocorrem na pele

 

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