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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Como o método pilates trabalha a complexidade da saúde da coluna?



O alongamento produz músculos flexíveis e uma coluna móvel e esse efeito é um pré-requisito para a saúde e vitalidade do corpo e em especial da coluna vertebral durante todo o processo de envelhecimento.


Para entendermos melhor esse processo, vamos relembrar que a coluna vertebral é composta por vértebras que se articulam. E essas articulações intervertebrais são estruturalmente similares a outras articulações do complexo articular humano onde as articulações são constituídas de cartilagem, líquido sinovial e cápsula articular. Contudo, é sabido, que essas articulações quanto mais móveis, mais estimulam a produção do líquido sinovial lubrifivante e o embevecimento intradiscal, melhorando o amortecimento das forças axiais e assim, preservando assim, a função celulares e cinesiologica.

Apesar dessa mobilidade ser muito importante, é sabido que nem só de mobilidade "vive" a coluna vertebral. É necessário que além da mobilidade, também tenha estruturas dinâmicas capazes de suportar e controlar os micro movimentos lesivos que ocorre durante os amplos movimentos da coluna, essas estruturas dinâmicas, chama-se de estabilizadores musculares.

Esses estabilizadores geram uma ação protetiva durante as amplitudes máximas de movimento permitindo que a biomecânica da coluna vertebral seja conservada durante os movimentos osteocinemáticos.

Esses micro movimentos lesivos, como o cisalhamento pode ser prevenido por meio da ação sinérgica dos estabilizadores. Ou seja, podem-se entender que flexibilidade da coluna sem a ação intrínseca dos estabilizadores, que controlam efetivamente os deslocamentos anteposterior, os rolamentos e deslizamentos, não é possível ter uma coluna saudável.

A proposta do método pilates é gerar concomitantemente um trabalho de ganho ostiosinemático e controle atrosinemático durante a dinâmica da coluna vertebral.

Assim fica claro que o pilates estabiliza a coluna por meio dessa ação muscular intrínseca tanto estaticamente, quanto dinamicamente promovendo não só o ganho dessa hipertrofia longitudinal muscular, dessa mobilidade articular, mas também o controle de movimentos lesivos que geram disfunção na coluna vertebral, como hérnia de disco.

É importante escolher instrutores que tenham essa percepção da biomecânica e da cinesiologia da coluna vertebral, para que possa-se ter um trabalho não só visando a amplitude total das articulações intervertebrais e mobilidade da coluna, mas um controle intra-articular dessa mobilidade, para que dessa forma tenha-se uma coluna jovem, móvel, estável, com promessa de função por toda a vida.

Para saber mais consulte o site da Fisiociência®

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