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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Disposição extra: conheça suplementos e vitaminas que oferecem mais energia no cotidiano, até para os sedentários

 Indisposição, cansaço excessivo e falta de energia podem ser minimizados com o uso de vitaminas e suplementos alimentares, aliados a uma rotina saudável

Fonte: Google
A falta de energia para realizar as atividades rotineiras e o cansaço excessivo, que não permite praticar exercícios físicos, são sintomas comuns à maioria das pessoas. Para elas, é indicada a suplementação alimentar. “Uma pessoa sem disposição é alguém cujo organismo pode precisar de vitaminas, que são encontradas na suplementação. Os polivitamínicos são uma boa opção, pois não possuem contraindicações”, afirma Maria Fernanda Pio, nutricionista e consultora técnica da Dr. Shape Suplementos.

Ela explica que a falta de ânimo também pode ser causada por uma dieta pobre em determinados alimentos, como carboidratos, e uma alimentação balanceada é fundamental para complementar o tratamento. “A suplementação vitamínica deve ser indicada de acordo com o perfil e a rotina de exercícios de cada um”, comenta.

Maria Fernanda detalha que as proteínas e carboidratos também podem ser suplementados, pois são grandes fontes de energia. “Eles são encontrados em suplementos como Whey Protein e Waxy Maize (amido resistente), que a maior parte das pessoas pode consumir, desde que indicados por um nutricionista”, explica.

Os suplementos à base de gordura também são boas opções, como óleo de coco e TCM (triglicerídeo de cadeia média). Eles fazem parte das chamadas ‘gorduras do bem’, que auxiliam no aumento de demanda energética e colaboram no aumento do metabolismo. A nutricionista ressalta que é preciso ter cautela na utilização destes itens, pois, caso haja um desequilíbrio, a gordura pode prejudicar a saúde .

Também é o profissional de nutrição que pode indicar outros suplementos, como cafeína, chá verde, guaraná e Citrus Aurantium (composto de laranja amargo). “Tratam-se de elementos estimulantes excitatórios, que podem oferecer energia extra, mas que são contraindicados para quem sofre com alterações cardíacas, para hipertensos e pacientes com patologias clínicas, como alterações no metabolismo”, indica a nutricionista.
  
Energia para os sedentários e ativos

Aqueles que não mantêm uma rotina de exercícios devem apostar em uma boa alimentação, rica em vitaminas e minerais, aponta Maria Fernanda. “Os polivitamínicos, nesse caso, são uma ótima opção, assim como o Ômega 3 e vitamina D. Muitas vezes, a baixa exposição ao sol pode acarretar desequilíbrios no organismo, por isso, exames de sangue são importantes para detectar a causa da falta de energia”, indica.

Para potencializar o consumo das substâncias, a nutricionista recomenda boas noites de sono, já que dormir mal acarreta numa baixa energia ao longo dia. A indicação é redobrada no caso dos atletas, pois a recuperação de um treino desgastante é essencial para o organismo. Além disso, as refeições não devem acontecer em intervalos muito longos e os carboidratos devem ser ingeridos, preferencialmente, pelos adeptos dos exercícios.

“A hidratação também é importante, pois o metabolismo precisa de água para funcionar adequadamente. Para obter mais energia, a prática de exercícios físicos, ao menos três vezes por semana, também é recomendada, bem como a ingestão de verduras e vegetais – de preferência, orgânicos -  para que o organismo não ingira substâncias químicas (agrotóxicos) que o desestabilizarão. Muitos estudos correlacionam a exposição e/ou ingestão aos mesmos com o desenvolvimento de vários tipos de câncer ”, aconselha.

Grávidas, idosos, obesos e adolescentes, em especial, precisam do acompanhamento constante de especialistas para a ingestão de suplementos, pois a  suplementação, apesar de necessária em todos os grupos citados, deve ser analisada e recomendada com critério.


Já a diferença entre a ingestão indicada para homens e mulheres está na quantidade, já que, geralmente, as representantes do sexo feminino possuem um metabolismo mais lento, além de uma menor estrutura corporal. “Entre os sedentários e atletas, a diferença se encontra na demanda energética entre os dois perfis. Os primeiros necessitam de menos estímulos e/ou elementos que são diretamente relacionados – e indicados - à melhora da performance de um atleta”, finaliza a especialista.

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